Em tempos de instabilidade climática, produtores rurais enfrentam o desafio de manter o potencial produtivo das lavouras mesmo diante de oscilações de temperatura e irregularidade das chuvas. Segundo especialistas, sem proteção fisiológica, plantas entram em modo de sobrevivência, interrompem a fotossíntese e reduzem drasticamente o rendimento.
De acordo com João Vidotto, gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produtos da Fortgreen, a maior perda da lavoura hoje é a planta estagnada. Ele explica que sementes de alta genética podem produzir até 100 sacas por hectare, mas picos de estresse reduzem esse teto produtivo. A tecnologia nutricional moderna atua como um “seguro biológico”, mantendo a planta ativa mesmo em condições adversas.
A estratégia envolve duas frentes principais. A primeira são os aceleradores de metabolismo e raiz, que estimulam a produção de clorofila e raízes profundas capazes de buscar água em camadas mais baixas do solo. A segunda é a aplicação de micronutrientes como Manganês, Zinco, Cobre e Selênio, que funcionam como ativadores enzimáticos e antioxidantes, eliminando compostos tóxicos gerados pelo calor.
Entre as soluções destacadas estão o BlackGold, que utiliza ácidos húmicos e fúlvicos para maximizar trocas gasosas e absorção de nutrientes, e a Linha Special Dry (SD), que entrega nutrientes de forma precisa em cada fase da soja. Produtos como FGPhotonSD, PlenonSD, MaxxionSD e SelênionSD atuam em momentos críticos do ciclo, protegendo desde o arranque inicial até o enchimento de grãos.
Vidotto reforça que a adaptação climática deixou de ser diferencial para se tornar pré-requisito. “Quem não blinda a lavoura fisiologicamente hoje assume um risco financeiro que a genética sozinha não cobre”, afirma. A Fortgreen aposta em inovação e suporte técnico para garantir que produtores enfrentem o clima com maior resiliência e eficiência.