De acordo com o relatório Convenience Stores Market 2026, o setor global de conveniência deve superar US$ 1 trilhão em 2026, com crescimento anual de 8,6%, chegando a US$ 1,48 trilhão em 2030.
A tendência reflete a busca crescente do consumidor por praticidade, impulsionando formatos inovadores como o varejo de superproximidade. “O avanço tecnológico está no centro do protagonismo do setor de conveniência. Antes, esse segmento se limitava a lojas em postos de gasolina, mas hoje, com os pagamentos digitais e o varejo de superproximidade, os produtos chegam ao hall do prédio, ao saguão da empresa e até à sala ao lado da universidade”, afirma Douglas Pena, sócio-fundador e CRO da Minha Quitandinha.
A startup, que já conta com 800 unidades no Brasil, expandiu para universidades e, em 2025, anunciou fusão com a Onii, formando uma nova gigante do varejo autônomo. “Quem empreende hoje precisa estar atento a essas mudanças e pensar em como levar conveniência e agilidade para o consumidor”, reforça Pena.