O custo de morar em condomínios pesou mais no bolso dos brasileiros em 2025. Segundo o Índice Superlógica, a taxa condominial encerrou o ano com alta de 6,8%, avanço 59,6% superior à inflação medida pelo IPCA, que ficou em 4,26%.
O valor médio da taxa chegou a R$ 828,13, equivalente a 54,6% do salário mínimo vigente no período. Apesar da pressão, a inadimplência média recuou levemente para 6,28%, com pico em junho (7,19%) e mínima em dezembro (5,87%).
As regiões Norte e Nordeste registraram os maiores índices de inadimplência e também as taxas mais altas, acima da média nacional. A hierarquia por faixas de valor mostrou que condomínios com taxas abaixo de R$ 500 tiveram inadimplência mais elevada, chegando a 9,96% em dezembro.
Para enfrentar o problema, soluções como o Inadimplência Zero, oferecido pelo Grupo Superlógica, garantem arrecadação previsível aos condomínios e ajudam moradores a quitar débitos. O levantamento, que cobre 130 mil condomínios e mais de 6,3 milhões de unidades, estima prejuízo anual de R$ 7 bilhões causado pela inadimplência no país.